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ATIVIDADE
O processo inicia-se com a admissão e pesagem, no CIVO, de resíduos orgânicos e minerais, não perigosos, para armazenagem e/ou tratamento. Os resíduos admitidos são caracterizados por possuírem características físicas e químicas, que lhes conferem potencial para serem diretamente aplicados na agricultura, através da valorização agrícola direta, ou terem potencial para serem integrados num processo de digestão aeróbia (compostagem), com vista à obtenção de um fertilizante orgânico.

Todos os resíduos, independentemente do seu destino ambiental (R10, R13 ou R3), são armazenados na zona de armazenagem. Os resíduos com código R10, bem como alguns com código R13 são depois expedidos para valorização agrícola.

Os resíduos com o código R3 e alguns com R13 irão integrar as pilhas a formar. Estes resíduos, em função da sua origem, podem ter uma textura mais fina ou mais grosseira, o que ditará a necessidade ou não de sofrerem trituração. Os resíduos rececionados podem também apresentar diferentes níveis de humidade (estarem no estado sólido, pastoso ou líquido) e apresentarem também características químicas distintas, que é necessário conhecer e avaliar.

O processo de mistura, para constituição das pilhas, tem em consideração os aspetos acima descritos, obedecendo a regras e cuidados específicos, uma vez que o seu rigor influencia o processo de fermentação/compostagem e, consequentemente, as características do produto final.

Após o término do processo de compostagem, o composto é crivado e encaminhado para maturação, sendo posteriormente pesado e expedido para destino final.
 

Veja aqui como se desenvolve o processo de compostagem aeróbica, adoptado pela Ambitrevo.
     
 
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